Ao falar sobre o Novembro Azul, campanha de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de prostata, a deputada Maria Mendonça (PP) aproveitou para cobrar que seja colocado em pauta, Projeto de sua autoria que institui o Novembro Azul no calendário oficial do Estado.

O Projeto de Maria foi protocolado em 2013 e, ao término da legislatura, foi arquivado. Em 2015, pedimos o desarquivamento e até hoje, infelizmente, ainda continua tramitando, revelou a deputada. Ela aproveitou a oportunidade para pedir à colega deputada Goretti Reis (PMDB), que presidia a sessão, para que verificasse o andamento da matria e adotasse medidas no sentido de colocá-la em apreciação.


A deputada foi diligente e, de pronto, comprometeu-se em, ainda este mês, colocar o nosso projeto em apreciação, contou Maria, lembrando que o próximo dia 27, celebra-se o Dia Nacional da Prevenção e Combate ao Câncer de Próstata, o segundo mais comum entre os homens no Brasil, ficando atrás apenas de um dos tipos de câncer de pele.

A deputada destacou que o preconceito, aliado à falta de informação, continua levando os homens a ignorar as consultas aos urologistas e, consequentemente, aos exames que podem identificar o câncer de próstata, como o toque retal. Essa campanha tem grande relevância, pois conscientiza o homem e a própria sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce para que haja sucesso no tratamento, quando da descoberta de possíveis tumores na próstata, afirmou Maria.

Na tribuna da Assembleia Legislativa, Maria citou estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), segundo o qual 51% dos homens nunca consultaram um profissional da área. Esse um dado bastante preocupante, pois esse descuido pode ser fatal, alertou a parlamentar, ressaltando que, para 2016, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou que seriam diagnosticados 61 mil novos casos, ou seja, sete novos casos a cada hora são diagnosticados.

importante salientar que quando o tumor identificado precocemente, de acordo com especialistas, os pacientes podem ser operados, submetidos a radioterapia, ou serem somente acompanhados sem nenhum tipo de tratamento, com uma chance de cura de mais de 95% dos casos, dependendo das características do câncer, salientou a deputada.

Por Ascom Parlamentar

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