Ao usar a tribuna no grande expediente da sessão Legislativa hoje (18), o líder do Governo o deputado Francisco Gualberto (PT) fez questão de esclarecer aos deputados da oposição qual o verdadeiro propósito do Projeto de Lei do Executivo, que tem o objetivo de aumentar  o caixa do Estado para garantir o pagamento dos salários dos servidores públicos. “O projeto foi lido hoje pela mesa diretora e todos os colegas vão receber nos seus gabinetes uma cópia. Todos vão ter o tempo necessário para ver qual a sua finalidade e a quem quer servir o projeto, esse é o grande entendimento”, explicou.

Para Gualberto, a oposição precisa ter mais boa vontade com os projetos do Governo, uma vez que a intenção e o objetivo é cumprir com as obrigações para com o servidor público. “Não se faz oposição por fazer. Ninguém da situação deseja qualquer expediente que não seja para  ajudar”, acrescentou disparando “numa casa política, o mais bobo é doutor”.

Ainda sobre a postura da oposição, Gualberto afirmou que na política tem quem torça para que o Governo não pague em dia a folha dos servidores. Na sua opinião, isso é um equívoco, porque quem perde é a população, no caso específico, o funcionário público. “Fui eleito no bloco do governo e tenho a obrigação de defender os  seus projetos, do mesmo modo que os deputados da oposição tentam dificultar, mas não podem impedir o avanço da administração”, ressaltou.

O líder do Governo na Alese lembrou ainda que quando fez oposição trabalhou, diariamente, com muita discussão, e em vários pedidos em autorização do governo, votou a favor, porque a analise que sempre fez  foi a de que há um interesse coletivo. “A intenção do governo Jackson Barreto não é dar prejuízo ao Estado é para resolver os problemas. O governo vive as mesmas dificuldades que o todo Brasil e os deputados sabem qual a situação econômica financeira, por isso defendo aprovação do projeto”, concluiu.

Projeto

O Projeto de Lei do Executivo tem como objetivo aumentar o caixa do Estado através dos recursos oriundos de multas e cobranças judiciais que ficam guardados num fundo administrado pelo Pode Judiciário. Pelo Projeto o governo utilizaria até70% do valor desse fundo, com compromisso de devolver adiante, para o pagamento de filha salarial de servidores e manutenção da previdência social.

Por Glice Rosa, da Agência Alese de Notícias