Por Assessoria Parlamentar 

Aproveitando o 12 de junho, quando se celebra o dia estadual de conscientização da cardiopatia congênita, a deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) falou hoje sobre a necessidade de informar a população sobre a doença que, em geral, surge logo nas primeiras oito semanas de gestação.  O diagnóstico é feito a partir de um eco cardiograma fetal e a oximetria de pulso, conhecida popularmente como teste do coraçãozinho.

O estabelecimento da data foi proposto por Maria através da Lei 8.166, sancionada pelo Governo em 2016.  “Neste dia, devem-se fortalecer as campanhas educativas e preventivas visando o diagnóstico da cardiopatia congênita, além de apoiarmos as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em favor da causa”, afirmou a deputada.

Maria lembrou que a partir da 16ª semana de gestação, a grávida já poderá fazer o eco cardiograma para verificar detalhadamente o coraçãozinho do bebê, permitindo-lhe identificar possíveis problemas e, em caso positivo, as possibilidades e formas de tratamento. “Segundo dados, a cardiopatia congênita acomete um a cada 100 nascidos vivos. 30% são casos de anomalias consideradas críticas e que carecem de intervenção no primeiro ano de vida do bebê”, afirmou.

Maria observou que a não identificação da doença em tempo hábil, encarece o tratamento e torna os procedimentos mais invasivos e limitantes. Ela observou que no Brasil, uma média de 23 mil crianças nascem com problemas cardíacos e dessas, em torno de 80% necessitarão de alguma cirurgia cardíaca. “Falamos sobre esse tema por considerarmos importante que as gestantes se conscientizem de que precisam estar atentas aos sinais de anomalia no processo de formação do seu bebê. Descobrindo de forma precoce, é muito mais exitoso o tratamento”, afirmou.

Foto: Jadilson Simões