O possível fechamento da unidade sergipana da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) pela Petrobras levou a classe política sergipana a se unir para evitar que o pior aconteça. Foi o que pontuou durante aparte o deputado Gustinho Ribeiro (PRP), nesta quinta-feira, na sessão da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) – reafirmando sua posição em mais duas entrevistas para a imprensa após os trabalhos do Legislativo.“A classe política nesse momento precisa estar unida, como já mostrou estar. E essa Casa precisa exercer um protagonismo nesse assunto, já que essa unidade faz parte da vida do povo sergipano. Todas as correntes político-ideológicas estão unidas nesse momento para tentar ajudar de alguma forma. Essa é nossa obrigação. Esse é o nosso dever. Estamos unidos para defender os interesses do nosso estado”, discursou.

Gustinho voltou a destacar a dimensão do assunto. “É um tema de extrema relevância e todos já perceberam a importância da manutenção da unidade em nosso estado. É claro que existe uma política da Petrobras em reduzir custos, em sanar algumas atividades que eles acreditam causarem prejuízo, mas temos que pensar na questão social”, disse.

O deputado se referiu ao grande número de empregos que “serão ceifados”, caso a fábrica feche. “Toda a cadeia produtiva será prejudicada. Mas o estado de Sergipe já demonstrou grandeza. A classe política sergipana já demonstrou vontade em resolver a situação”, afirmou o parlamentar.

Antes de finalizar seu aparte, Gustinho ainda citou a possibilidade do aumento de preço dos fertilizantes, o que prejudicaria diretamente o agronegócio. E, diante desse cenário negativo para a economia sergipana, emendou: “O fechamento da Fafen é uma sentença de morte para nosso estado”.

Por Assessoria de Imprensa