A deputada Dra. Lidiane Lucena (Republicanos) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), nesta quarta-feira (15), para esclarecer a regularização no fornecimento de medicamentos para pacientes transplantados e sugerir a priorização de projetos voltados às crianças neurodivergentes durante o mês de abril.
Reabastecimento de medicamento para pacientes transplantados
Durante o pronunciamento, a parlamentar fez referência à fala do deputado Georgeo Passos, que havia relatado a falta do medicamento tacrolimo no Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case). Dra. Lidiane informou que a situação foi rapidamente normalizada, destacando que o abastecimento ocorreu ainda na manhã do mesmo dia.
“Ontem foi relatado aqui na tribuna a falta de um medicamento no Centro de Atenção à Saúde de Sergipe, especificamente o tacrolimo, utilizado por pacientes transplantados, que é de responsabilidade do Ministério da Saúde. Ontem mesmo, às 11 horas da manhã, o medicamento já havia chegado”, afirmou.
A deputada acrescentou que não apenas o tacrolimo, mas outras medicações também foram reabastecidas, garantindo a continuidade do atendimento aos pacientes. “Já teve esse reabastecimento dele e das outras medicações também”, completou.
Proposta de priorização de projetos no “Abril Azul”
Ainda durante sua fala, a parlamentar fez um apelo à Mesa Diretora da Casa para que, a exemplo do que ocorreu em março com pautas voltadas às mulheres, o mês de abril seja dedicado à votação de projetos relacionados às pessoas com transtorno do espectro autista e outras condições neurodivergentes. A iniciativa dialoga com o chamado “Abril Azul”, período de conscientização sobre o autismo, instituído por iniciativa do deputado Luciano Pimentel (PP).
“Quero deixar aqui registrado também um pedido à Mesa, para que, como tivemos em março votações de leis voltadas para as mulheres, que neste mês de abril, no “Abril Azul”, a gente consiga votar também algumas leis”, destacou.
A deputada ampliou o escopo da proposta, defendendo que as iniciativas contemplem não apenas pessoas com autismo, mas todas as crianças neurodivergentes. “Que sejam votadas não só para os autistas, mas também para as nossas crianças neurodivergentes, que a gente sabe que têm essa necessidade”, pontuou.
Ao final, reforçou a importância de dar visibilidade e celeridade a essas pautas no Legislativo estadual.
“Então, deixo registrado esse pedido para que, neste mês de abril, como fizemos em março, a gente possa votar esses projetos aqui”, concluiu.
Foto: Jadilson Simões / Agência de Notícias Alese
