Em entrevista concedida ao Alese Notícias, na última terça-feira, 27,  a assessora de Comunicação da Empresa Municipal de Serviços Urbanos de Aracaju (Emsurb), Cristina Rochadel, faz balanço da gestão, e fala sobre ano de dificuldades do órgão, e ainda, explica problemática ocorrida com Coleta de Lixo da capital sergipana em 2016.

Vários setores da administração pública tiveram dificuldades de gestão durante esse ano de 2016 por conta da crise econômica no Brasil, e em Sergipe não foi diferente. Vários setores públicos atravessaram por esse árduo caminho, a exemplo da Emsurb, que entre os desafios diários, a coleta de lixo foi o mais dificultoso.

“Fazendo um balanço na gestão da Emsurb, foi um ano difícil. A empresa teve alguns picos problemáticos e polêmicos, a exemplo da troca de empresa da coleta de lixo,  há 22 anos a Torre fazia essa atividade. Para esclarecer, não foi  a prefeitura ou a Emsurb que não a queria mais essa empresa, o prazo da licitação acabou, e como não foi aprovado uma nova licitação,  foi feito um contrato emergencial, e com isso a CAVO ganhou contrato, a qual o pegou com muita turbulência, pois cidade já estava com ausência de coleta por três dias, devido à greve dos funcionários”, conta

Ganhos

Cristina enfatiza ainda que   superado esse problema da licitação, economia com a troca de empresas, de Torre para Cavo, foi gerado economia de 8 milhões e meio para o município no primeiro contrato. E no segundo momento do contrato de emergência  com a Cavo, economia foi de R$  7 milhões. Totalizando  15 milhões e meio de economia para o município.

Paisagismo

Período de seca faz com que trabalho diário de revitalização do espaço verde nas praças e ruas não contemple beleza esperada na vegetação. “Revitalização das ruas e praças de Aracaju estão sendo mantidos. Carros pipas estão aguando a vegetação em situação regular, mas as praças que estão feias não é por ausência de cuidados, é questão de período seco mesmo, estamos atravessando longo período de ausência de chuvas”, esclarece.

Varrição e limpeza

Conta que apesar da crise econômica, planejamento e organização foram mantidos na cidade, assegurou  a assessora. “Tivemos gastos e corte, reduzimos a equipe de  varrição  e limpeza, de 56 para 21 funcionários de varrição. Os de coleta foram  mantidos”, conta Cristina Rochadel.

“Foi um ano de muito trabalho, mas se avaliar bem, apesar de crises e problemas, tivemos bons resultados”, concluiu.

Por Agência de Notícias Alese

Foto: Jadilson Simões