Por Aldaci de Souza

 O Projeto de Lei Ordinária nº 245/2020 instituindo 2021 como Ano Cultural Educador Paulo Freire, foi aprovado na sessão desta terça-feira, 13 no plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). A autoria é do deputado Iran Barbosa (PT), em comemoração aos 100 anos de nascimento do patrono da Educação brasileira.

Com a aprovação do PL, em 2021, o Poder Público pode estimular e/ou promover: seminários, palestras, encontros, simpósios, debates e audiências públicas sobre a vida e a obra de Paulo Freire; pesquisas sobre toda a produção científica, filosófica, pedagógica e administrativa de Paulo Freire; experiências pedagógicas, entre os educadores sergipanos, que tenham como foco o método Paulo Freire; além de apresentações de experiências pedagógicas sucedidas praticadas nas instituições de ensino sergipanas que tenham como fundamento o método Paulo Freire.

A propositura destaca ainda no texto, como programação dos 100 anos de nascimento de Paulo Freire: produções de vídeos, documentários, publicações gráficas e editoriais voltadas para a vida e a obra de Paulo Freire; produções artísticas e culturais voltadas para a ampla divulgação da vida e da obra de Paulo Freire; premiações que reconheçam o mérito de profissionais, pesquisadores, artistas, intelectuais, movimentos sociais e de cidadãos sergipanos que contribuíram para o conhecimento, a divulgação, o aperfeiçoamento, a utilização e o reconhecimento público da vida e da obra de Paulo Freire;

E também a realização de concursos artísticos e culturais, nas suas mais variadas expressões, que retratem a contribuição de Paulo Freire à vida intelectual, política e pedagógica; pesquisas, estudos e debates voltados para a contribuição do pensamento de Paulo Freire na área da Comunicação.

De acordo com Iran Barbosa, o filósofo e pedagogo Paulo Freire  é um dos mais respeitados pensadores brasileiros de todos os tempos. “Sua obra continua a inspirar educadores em todo o mundo. Seu nome evoca o melhor de nosso país: os saberes de nosso povo, a sua força criativa e o sonho de superar a desigualdade que é a marca de nossa formação histórica”, enfatiza.

Foto: novaescola.org.br