Por Wênia Bandeira

O mês de maio marca o enfrentamento e a prevenção do câncer de ovário. Esta é uma lei aprovada em 2020 na Assembleia Legislativa de Sergipe e tem como objetivo conscientizar a população do Estado sobre a importância da realização do exame preventivo.

No período, são desenvolvidas ações e divulgadas informações obre os sintomas, causas e as formas de tratamento da doença, com o intuito de reduzir suas incidências. Além disso, são estimuladas ações educativas por parte dos diversos segmentos sociais e instituições públicas que envolvam a prevenção.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Costa (Inca), o câncer de ovário é a segunda doença ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero. A estimativa em 2020 foi de 6.650 casos novos e o número de óbito, em 2019, foi de 4.123, de acordo com dados do Atlas de Mortalidade por Câncer (SIM).

O Inca diz ainda que o risco de câncer de ovário é aumentado em mulheres com infertilidade e reduzido naquelas que tomam pílula anticoncepcional ou que tiveram vários filhos. Por outro lado, mulheres que nunca tiveram filhos podem ter risco aumentado para câncer de ovário.

Para prevenir, as mulheres precisam manter o peso e consultar regularmente o seu médico, principalmente a partir dos 50 anos. Na fase inicial, o câncer de ovário não causa sintomas específicos, mas quando o tumor cresce pode causar pressão, dor ou inchaço no abdômen, pelve, costas ou pernas; náusea, indigestão, gases, prisão de ventre ou diarreia e cansaço constante.

A doença pode ser tratada com cirurgia ou quimioterapia. Isso depende da sua extensão, da idade e das condições clínicas da paciente.

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