Além da apresentação de projetos de lei e da destinação de emendas parlamentares para grupos artísticos sergipanos, o trabalho inclui o acompanhamento de políticas de incentivo à cultura,
como a Lei Paulo Gustavo, a Lei Aldir Blanc e os editais da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap). A defesa da ampliação de orçamento para o setor e de melhores condições de trabalho e renda para artistas e trabalhadores da cultura também está entre as pautas que integram as suas reivindicações.
A partir de denúncias e fiscalizações, Linda cobra a preservação do patrimônio histórico e a manutenção de equipamentos culturais. “Precisamos fortalecer a cultura a partir de uma concepção que vá além dos grandes eventos”, salientou.
Valorização dos trabalhadores da cultura
A defesa da cultura também aparece em propostas voltadas diretamente às condições de trabalho dos artistas e fazedores de cultura. Entre elas estão o PL nº 191/2024, que propõe um programa de estímulo ao trabalho e à renda para a classe artística; o PL nº 192/2024, sobre inclusão digital dos fazedores de cultura; o PL nº 193/2024, que busca garantir proporcionalidade nos cachês de artistas sergipanos; e o PL nº 151/2024, voltado à renda e à promoção da cidadania de mestres e mestras dos saberes e fazeres das culturas populares em situação de vulnerabilidade.
Leis que valorizam a cultura e os saberes tradicionais
No âmbito dos saberes, da cultura e das manifestações de comunidades tradicionais, sua atuação legislativa resultou na Lei nº 9.404/2024, que institui o Abril Verde e o Selo de Combate ao Racismo Religioso e à Intolerância Religiosa em Sergipe. A legislação estabelece ações de conscientização e prevenção e busca valorizar as comunidades e tradições de matriz africana.
