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Deputada apela à bancada federal que lute para manter escritório da Petrobras em Sergipe

Por Assessoria Parlamentar

A deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) protocolou junto à mesa diretora da Assembleia Legislativa, Moção de Apelo, endereçada à bancada federal sergipana com o fito de pedir que parlamentares e senadores se engajem na luta para que o escritório administrativo da Petrobras, em Sergipe, não seja desativado.

“O nosso apelo é uma tentativa de preservamos a Petrobras em nosso Estado, considerando que a sua desativação irá gerar um prejuízo socioeconômico imensurável. É uma medida que afeta os trabalhadores diretos e, também, indiretos, pois envolve toda uma cadeia produtiva”, justificou a deputada.

Na propositura Maria ponderou que Sergipe continua em alta no que diz respeito ao desenvolvimento econômico através da exploração petrolífera e do gás natural, considerando que há pouco foi iniciada uma nova perfuração por parte da Petrobras, no bloco SEAL-M-424, na Bacia de Sergipe-Alagoas.

“Esse bloco é operado 100% pela Petrobras e o Plano de Negócios 2019-2023 da estatal prevê, no último ano, a instalação de uma plataforma na bacia, além da construção de uma unidade de tratamento de gás em Sergipe para viabilizar o escoamento e processamento de gás dos campos de águas profundas descobertas na região”, salientou.

Para ela, desativar o escritório da empresa, cuja previsão é 31 de março do próximo ano, é seguir na contramão do desenvolvimento de atividades da estatal no Estado. Maria lembrou que em 2018 a empresa colocou em processo de hibernação a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Laranjeiras, causando sérios prejuízos à economia de Sergipe e provocando apreensão aos trabalhadores, uma vez que ainda não houve arrendamento pela iniciativa privada.

SITUAÇÃO REVISTA

Maria lembrou que a Justiça do Trabalho da 5ª Região determinou, mês passado, que a Petrobras suspendesse a desmobilização na Bahia, pois a empresa anunciou a desocupação do edifício Torre Pituba (Ediba), no bairro do Itaigara. “Com a decisão judicial, a empresa ficou proibida de transferir empregados e criar programas de demissão voluntária”, disse a deputada.

Ela ressaltou que a pressão judicial naquele Estado acabou obrigando a estatal a avaliar as melhores soluções para alocação de suas equipes e atividades, não implicando necessariamente transferências para outros Estados e regiões. “Tanto é que, a partir daí,a empresa informou que estaria verificando a possibilidade de manter a sede administrativa no Estado da Bahia, indo na contramão da informação divulgada pela mesma de que deixaria de existir, administrativamente, nos nove Estados do Nordeste para fins contenção de despesas”, afirmou Maria.

No seu entender, a bancada federal sergipana, junto ao comando nacional da Petrobras poderá fazer essa intervenção, apelando para que seja repensada a decisão, de modo a não “penalizar de morte”, ainda, mais o Estado. “Não há dúvidas que essa medida, além de causar uma situação de terror psicológico em todos os envolvidos direta e indiretamente, ainda, causará prejuízo ao Estado”, disse.

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