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Capitão Samuel afirma que medidas sobre o caso “Clautênis” foram tomadas

Por Kelly Monique Oliveira – Rede Alese

O deputado estadual Capitão Samuel (PSC), ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) na manhã desta quarta-feira, 10, para lamentar a morte do jovem Clautênis José dos Santos, assassinado por policiais na noite da última segunda-feira, 08, dentro de um veículo de aplicativo após ser atingido por tiros durante uma abordagem policial no bairro Santos Dumont, na Zona Norte da capital.

Durante pronunciamento, o parlamentar enfatizou que situações como está não pode acontecer e nem se repetir. Mas, afirmou que sobre o caso “Clautênis” todas as medidas cabíveis ao estado foram tomadas.

“A atitude da Polícia Civil e do secretário de Segurança Pública, talvez tenha ficado apenas nas entrevistas do dia de ontem (última terça-feira, 09) e não tenha deixado a clareza que a sociedade queria ouvir. Diante disso, fomos buscar as informações e a equipe que estava trabalhando já foi identificada, ou seja, tem os nomes dos policiais que participaram da operação, os armamentos utilizados pelos homens também já foram recolhidos pela SSP para fazer as devidas averiguações”, relatou.

Capitão Samuel afirmou que a Corregedoria da Polícia Civil e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estão trabalhando, além do Ministério Público de Sergipe que não compactua com erro de instituição está atuando e exigindo as devidas punições.

Ele lamentou que as pessoas generalizam a situação como se toda a instituição policial fosse violenta. “Isso não é verdade! Queria deixar claro, que cometer erro dentro da polícia é humano igual a todas as outras atividades. Temos professores, políticos, médicos que cometem erros e o local de punir é o Ministério Público”, salientou.

Apenas dez segundos

Capitão Samuel relatou que quando um juiz ou promotor erra, eles estão em uma sala com ar condicionado com vários assessores olhando a jurisprudência e tomando as medidas. Quando um médico erra, ele está com equipamentos dentro do centro cirúrgico e com sua equipe. Mas, quando o policial erra, geralmente, ele tem 10 segundos para agir.

“Às vezes, é cobrado como se o policial tivesse duas ou três horas para agir, isso sem falar na formação e no apoio psicossocial que deve ter o profissional de segurança pública que, infelizmente, o Brasil inteiro não tem”, lamentou.

Por fim, Capitão Samuel lembrou a época em que estava de serviço na BR-101, juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) quando a equipe recebeu a denúncia que passaria pelo local um carro transportando drogas.

“Quando o carro passou em alta velocidade eu estava com um fúsil, arma de longo alcance, e estava me preparando para atirar. Mas, Deus que colocou a mão em cima da decisão de eu não atirar e decidimos pegar o carro e ir atrás. O carro do jeito que vinha entrou no HUSE. O caso: diziam que era droga, mas na verdade era um pai com a esposa ligada pelo cordão umbilical do filho que tinha acabado de nascer. Ele estava querendo ir para o hospital tentar salvar a vida da esposa e do filho”, lembrou.

Foto: Jadilson Simões

 

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