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Carminha Paiva destaca realização do programa Sergipe é Aqui em Pinhão

Na manhã desta quinta-feira (21), a deputada estadual Carminha Paiva (PT) destacou, durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), a realização da 73ª edição do Programa Sergipe é Aqui, no município de Pinhão, no Agreste sergipano, que acontece nesta sexta-feira (22). Para a parlamentar, esta é uma iniciativa importante da gestão do governador Fábio Mitidieri, levando cidadania, dignidade e serviços essenciais diretamente para a população, especialmente para aqueles que mais precisam.

“Serão mais de 160 tipos de atendimentos ofertados gratuitamente aos moradores de Pinhão e cidades vizinhas. Entre os serviços disponibilizados estão emissão de documentos, registro de boletins de ocorrência por meio da Delegacia Itinerante, castração de animais domésticos, cadastro e atualização do CadÚnico, testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C, marcação de consultas, exames de imagem, solicitação de órteses, próteses e meios de locomoção, além de cadastro ou atualização de trabalhadores em busca de emprego, entre outros”, ressaltou.

Na oportunidade, a parlamentar recordou sua participação na Sessão Especial proposta pelo deputado Luizão Donatrampi (PL), que debateu o enfrentamento ao feminicídio em Sergipe. “Uma das falas que mais me marcou foi a da doutora Juliana Martins, coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe, ao apresentar o projeto de capacitação de profissionais de salões de beleza para atuarem também como rede de acolhimento, orientação e combate à violência doméstica. Isso faz todo sentido, porque muitas vezes é no salão, na cadeira da manicure, no momento do cuidado, que a mulher encontra coragem para falar da dor que vive dentro de casa. É ali que surgem desabafos silenciosos, pedidos de socorro indiretos e relatos que muitas vezes antecedem tragédias. Transformar esses espaços em ambientes de escuta, acolhimento e orientação é compreender que o combate à violência doméstica precisa envolver toda a sociedade”, afirmou.

A deputada também destacou que seu mandato já defendia essa pauta ao apresentar, em 2023, a Lei Estadual nº 9.286, que instituiu o Programa Todas e Todos por Elas contra a Violência Doméstica e Familiar, sancionado pelo governador Fábio Mitidieri. “A lei tem justamente o objetivo de mobilizar profissionais, estabelecimentos e a sociedade civil na prevenção e no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, além do combate ao feminicídio. O projeto do Tribunal de Justiça segue as diretrizes da nossa lei, que prevê que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado de Sergipe, bem como o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado, a Defensoria Pública e a sociedade civil organizada, possam firmar convênios para promover o Programa instituído pela lei”, explicou.

Segundo a parlamentar, o mais importante é perceber que todos estão caminhando na mesma direção. “Entendemos que proteger mulheres exige rede, conscientização e participação coletiva. Por isso, quero parabenizar o Tribunal de Justiça de Sergipe, a Coordenadoria da Mulher e, especialmente, a doutora Juliana Martins, pelo trabalho sério, humano e comprometido que vem sendo realizado em defesa das mulheres sergipanas”, declarou.

Ela também ressaltou que esse compromisso faz parte da trajetória do seu mandato. “Aqui nesta Casa, já defendemos e apresentamos iniciativas voltadas à proteção das mulheres, ao fortalecimento da rede de acolhimento, à conscientização sobre violência doméstica e ao combate ao feminicídio. Porque essa luta não pode acontecer apenas no Agosto Lilás; ela precisa acontecer todos os dias. Como assistente social, conheço de perto a realidade de muitas mulheres que vivem aprisionadas pelo medo e pela dependência emocional, financeira e psicológica. Como deputada estadual, transformei essa dor em compromisso político. Precisamos continuar ampliando o debate, fortalecendo políticas públicas e fazendo com que cada mulher saiba que não está sozinha. Combater a violência doméstica não é responsabilidade apenas do Judiciário, da polícia ou da assistência social. É responsabilidade de todos”, concluiu.

Foto: Jadilson Simões/Agência de Notícias Alese

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