Nesta sexta-feira, 16 de Setembro, é comemorado o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, mesma data em que alguns países assinaram o Protocolo Montreal em 1987. O principal objetivo dessa celebração é a conscientização sobre a importância dessa camada e as formas para evitar a sua destruição.

Brasil 
A Camada de Ozônio tem obtido uma recuperação histórica, a maior das últimas três décadas e meia; o que só está sendo possível, porque há esforço no cumprimento das metas do Protocolo de Montreal.
Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) revela que no período entre os anos de 2000 a 2013 houve um crescimento da ordem de 4% no planeta, localizado em latitudes norte a cerca de 48 km de altura. Desde o começo da verificação, em 1980, esse movimento jamais foi constatado.
O Brasil foi peça fundamental nesse processo, já que, tendo aderido ao Protocolo de Montreal ainda em 1990, superou as metas designadas nacionalmente. Em 2010 zerou a emissão de clorofluorcarbonetos (CFC) e no ano seguinte formulou o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFC. Então, houve o congelamento de consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFC) em 1.327 toneladas de PDO, ambas substâncias nocivas à Camada de Ozônio. O país conseguiu chegar a 1.189,25, ou seja, menos 138 toneladas do nível da meta.

Stephanie Macêdo – Agência Alese de Notícias (AAN)
Com informações do Greenme