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Linda Brasil se solidariza com professores de Nossa Senhora do Socorro

A deputada Linda Brasil (Psol) prestou solidariedade, na Sessão Plenária desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), aos professores do município de Nossa Senhora do Socorro. 

“Está havendo a destruição da carreira dos professores e professoras do município de Nossa Senhora do Socorro porque o prefeito Samuel Carvalho enviou ontem à tarde para a Câmara de Vereadores, um Projeto de Lei que destrói a carreira do magistério municipal, revogando o estatuto e plano de carreira; acaba com o escalonamento entre níveis e classes, além de impor que no futuro todos os professores e professoras. recebam o mesmo salário. Isso é muito grave; é uma afronta à toda luta e direitos conquistados pela categoria”, entende.

Linda Brasil afirmou que outro projeto que foi aprovado também prejudica os profissionais do magistério, retirando gratificações e que, em seguida, foi revogado pelo Tribunal de Justiça. “Mesmo com essa revogação e contrariando a decisão do Tribunal de Justiça, o prefeito de Socorro envia esse projeto que é mais grave ainda porque a decisão, de forma unânime, do Tribunal de Justiça suspendeu a lei que afrontava os direitos dos professores e professoras. Todo o meu apoio e a minha solidariedade a esses profissionais tão importantes. Os trabalhadores estão na porta da Câmara Municipal de Socorro pedindo que esse projeto não seja pautado, pois é um prejuizo muito grande na carreira”, reitera.

CPI

A parlamentar também destacou estar, juntamente com os deputados da bancada de oposição, recolhendo assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), com a finalidade de investigar irregularidades em relação à concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no estado de Sergipe. “De acordo com várias denúncias, os serviços estão sendo realizados de forma precária prejudicando milhares de sergipanos. Já temos quatro assinaturas, mas precisamos de oito para que seja protocolado e, assim, a gente comece a instalar a CPI. Ontem eu conversei com o diretor da Iguá e ele disse algo gravíssimo: das 1.800 comunidades de Sergipe, somente 600 estão contempladas no contrato. Isso é gravíssimo e demonstra como esse processo de abstecimento de água foi realizado totalmente errado, sem diálogo e sem avaliação, por isso a urgência na instalação da CPI”, ressalta.

Foto: Jadilson Simões/Agência de Notícias Alese

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