De acordo com a parlamentar, o festival contribui para a democratização do acesso ao cinema e a valorização da produção audiovisual. “Reconhecer esse festival é valorizar a nossa cultura e preservar a memória audiovisual do nosso estado”, destacou.
Linda reforça que a história do festival reflete a atuação coletiva de realizadores, produtores, artistas e instituições na promoção da difusão de obras, da formação de público e do intercâmbio cultural. “Essa articulação amplia as possibilidades de circulação das produções sergipanas e promove a troca de experiências e conhecimentos”, frisou.
Desde a sua primeira edição, o evento ampliou sua programação, incorporou novas linguagens e categorias e passou a reunir mostras competitivas, oficinas, seminários, debates e encontros profissionais. Em 2025, durante sua 24ª edição, o festival foi o único projeto de Sergipe selecionado no Programa Petrobras Cultural, entre os 8.044 inscritos, reconhecimento que reforça sua relevância no cenário cultural. A dimensão ibero-americana do festival também favorece o intercâmbio cultural entre realizadores de diferentes regiões do Brasil e de países como Portugal, Espanha e nações da América Latina.
Também ficou evidenciado o compromisso do festival com a acessibilidade e a diversidade quando, em 2018, houve a incorporação de recursos de legendas descritivas, audiodescrição e interpretação em Libras na Mostra Acessibilidade. Na mesma edição, o tema “Afrodite” destacou a valorização do cinema feminino e negro, dando visibilidade a diferentes narrativas e vozes. Em 2020, diante das restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o Curta-SE reformulou sua programação, adotando formatos on-line e drive-in.
A deputada Linda Brasil reafirmou seu compromisso com a valorização e a preservação da memória cultural sergipana. “Esse projeto visa celebrar e reconhecer essa significativa expressão cultural do povo sergipano”, finalizou.
Foto: Divulgação Ascom
