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Georgeo Passos volta a pedir explicações para falta de água em Aracaju

O deputado Georgeo Passos (Republicanos) fez, nesta terça-feira (28), mais um pronunciamento na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) sobre a falta de água na capital sergipana.

“Agora é necessário que a Polícia Civil do estado de Sergipe conclua o quanto antes a investigação, pois segundo a Iguá, o problema que trouxe a falta de água foi em virtude de um registro violado; sabotado. Mas uma coisa que a gente precisa entender é onde a adutora pegava água e aonde levava. Não vi ninguém explicando ainda”, observa.

Georgeo Passos ressaltou que a informação divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Sergipe (Sindisan) é de que naquela tubulação passava apenas 20% da água que abastece a Zona de Expansão.

“Ou seja, não foi por causa daquela rede que aquela comunidade ficou sem água, mas precisou criar uma cortina de fumaça para culpar alguém; menos a Iguá. Para aquela região existe outro sistema que apresentou defeito e o volume de água insuficiente. A Polícia Civil precisa concluir o inquérito o quanto antes porque não dá para colocar todo o problema da falta de água em Aracaju apenas em um registro. É a Iguá assumir a sua incompetência de operar um serviço, pois a própria Agrese (Agência Reguladora de Serviços Públicos) na portaria publicada ontem diz que falta técnica por parte da Iguá na operação da água em Sergipe”, alfineta.

O parlamentar acrescentou que o povo de Sergipe está cansado de chegar em casa e não ter água. “E a Agrese, que é  um órgão do Governo, tardiamente toma uma decisão para tentar penalizar. Inicialmente disse que multou, mas ainda não vi ninguém dizendo quando e quanto a Iguá pagou. A impressão que eu tenho é que até o presente momento nenhuma multa foi paga. Não adianta o Governo dizer que tá multando se a empresa não está pagando. Com a falta de água, quem paga a conta são os mais necessitados. Chegou o momento de a Iguá repensar se o diretor-técnico, Fernando Vieira, tem condições de ficar à frente da empresa em Sergipe e trocar a diretoria executiva, fazendo com que os serviços fiquem iguais aos da Deso. Chegou o momento de Fernando Vieira pegar o seu banquinho e sair de fininho porque o povo não vai sentir saudades”, enfatiza.

Foto: Arthur D’Ávila/Agência de Sergipe Alese

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