Celebra-se nesta terça-feira (24), o reconhecimento do voto feminino no Brasil. A conquista veio em 1932, por meio do Decreto Nº 21.076, do então presidente Getúlio Vargas, instituindo o Código Eleitoral e o voto secreto. As mulheres puderam votar e ser votadas pela primeira vez de forma facultativa na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte de 1933. Só em 1965, o voto feminino passou a ser obrigatório.

Deputadas Maisa, Lidiane, Linda, Áurea e Carminha (Fotos: Jadilson Simões/Alese)
Na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), seis deputadas estaduais compõem a atual legislatura: Áurea Ribeiro (Republicanos), Carminha Paiva (Republicanos), Kitty Lima (Cidadania), Lidiane Lucena (Republicanos), Linda Brasil (Psol) e Maisa Mitidieri (PSD) que lutam diariamente por benefícios para a população, por meio da apresentação de projetos diverso e para que mais mulheres ocupem cada vez mais espaços de poder.
No âmbito federal, Dilma Rousseff foi a primeira mulher a ocupar a presidência da República Federativa do Brasil; eleita em 31 de outubro de 2010 pelo PT e empossada em 1º de janeiro de 2011; tendo sido reeleita em 2014 e afastada em 2016 devido a um processo de Impeachment.
A primeira mulher eleita deputada federal pelo voto popular foi a médica paulista Carlota Pereira de Queirós; a primeira senadora foi Eunice Mafalda Berger Michiles. Em Sergipe, a professora laranjeirense, Quintina Diniz de Oliveira Ribeiro, se elegeu a primeira deputada estadual, em 1934, e, em Aracaju, a então vereadora Emília Corrêa (PL), foi eleita a primeira prefeita, em 2024.
Legislação

Kitty Lima completa o quadro de deputadas na Alese
Aprovada na Alese, a Lei nº 8.870/2021, de autoria da deputada Maisa Mitidieri (PSD), institui a Campanha “Mais Mulheres na Política”, e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Estado de Sergipe. Os principais objetivos são: disseminar informações sobre capacitação e participação das mulheres na política através de palestras, seminários e cursos; conscientizar as mulheres sobre a importância na atividade política, motivando-as a concorrer aos cargos eletivos, instruindo-as quanto à filiação partidária e como agir em casos de violência política.
Foto Principal: Divulgação Senado
