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“A revolta do povo com a falta de água vai refletir nas urnas em outubro”, afirma Georgeo ao denunciar desabastecimento

Na sessão ordinária desta terça-feira, 24, o deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) explanou sobre a constante falta de água em várias regiões do estado. O parlamentar exibiu um vídeo com denúncia de irregularidade no abastecimento em Nossa Senhora do Socorro e registrou sua indignação ao ouvir colegas parlamentares defender a Iguá com frequência no plenário da Alese.

“O pessoal da Taiçoca de Fora está numa revolta muito grande, tendo em vista as desculpas. Diversos protocolos, que vai resolver, é hoje, é amanhã… e não tenho dúvidas: a revolta que a população sergipana está tendo da Iguá vai refletir em outubro na eleição do governador. Todas as cidades quando conversamos com os moradores é a mesma reclamação: não tem água”, relatou Georgeo.

O deputado lamentou a não inauguração da adutora do Povoado Curralinho em Poço Redondo, citou a situação de Carira e do abastecimento com caminhão-pipa em Nossa Senhora Aparecida. “O abastecimento foi com carro pipa porque a água não chega mais nas torneiras com regularidade. E as pessoas ficam sem entender. Se a Deso era ruim porque conseguia colocar água sem tantas faltas?”, indagou Passos.

Georgeo comentou ainda da defesa de setores do governo com a Iguá, o que não era visto antes quando a Deso estava com a responsabilidade do abastecimento. “Se a Deso tivesse a proteção e a defesa que a Iguá tem por parte de alguns secretários de estado, nunca a Deso teria sido vendida. Hoje, qualquer problema é secretário, é presidente de agência querendo resolver um problema da iniciativa privada, mas quando era pública a gente não via essa mesma vontade”, disse.

O deputado avalia que a maior revolta da população é chegar ao final do mês sem receber água e ter que pagar a conta. “É o melhor negócio do mundo: vender água sem entregar e receber do cliente o valor. E se o cliente não paga vai para o SPC/Serasa; se mantém o não pagamento vem o corte (desligamento); para religar, a taxa é mais cara. Ou seja, sempre é bom para Iguá e péssimo para o cliente. E a Agrese precisa agir cada vez mais”, lamenta Georgeo.

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