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“A maior parte dos investimentos para a redução da pobreza e da insegurança alimentar em Sergipe vem do Governo Federal”, afirma Linda Brasil

Nesta quinta-feira, 19, na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), a deputada estadual Linda Brasil (Psol) avaliou os investimentos divulgados pelo Governo do Estado para a redução da pobreza e da insegurança alimentar em Sergipe. De acordo com a parlamentar, as ações foram impulsionadas principalmente por políticas e investimentos do Governo Federal, e não por programas estaduais, como vem sendo divulgado.

“Apesar do esforço publicitário do Governo do Estado, os dados mostram claramente que os investimentos federais superam, de forma incontestável, o investimento estadual. Os recursos federais, apenas com o Bolsa Família, BPC, Auxílio Gás, Pé-de-Meia e benefícios complementares, somam aproximadamente R$ 565 milhões em um ano. Nenhum programa estadual se aproxima dessa escala. O total investido pelo Estado foi de menos de R$ 80 milhões”, destacou.

O valor mencionado pela parlamentar, no que se refere aos recursos estaduais, diz respeito aos programas Prato do Povo, Restaurante Padre Pedro, CMais Inclusão e Mão Amiga. Ela salienta a importância desses investimentos, mas cobra transparência com relação à fonte dos recursos.

“Da maneira como vem sendo realizada a divulgação dos dados, passa uma mensagem distorcida. É preciso divulgar corretamente, deixando evidenciado que a maior parte desses investimentos vem do Governo Federal”, cobrou.

Servidores de Lagarto cobram revisão do PCCV

Ainda durante a sessão plenária, a deputada Linda Brasil repercutiu a reivindicação dos servidores públicos de Lagarto por um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) que garanta valorização, progressão justa e segurança jurídica. Segundo a parlamentar, o prefeito apresentou, às vésperas do encerramento dos trabalhos legislativos, um plano diferente do acordado pela comissão da categoria. Apesar da rejeição dos servidores, a proposta foi aprovada pela Câmara Municipal em regime de urgência.

O plano aprovado, de acordo com o SINDLAGARTO, além de congelar salários, deixou de aplicar o reajuste do salário mínimo, alegando risco financeiro. O fato é questionado, tendo em vista que a gestão mantém cerca de 900 cargos comissionados, gerando despesa de aproximadamente 4 milhões de reais mensais.

A categoria busca diálogo para revisão da tabela salarial e correção de falhas do plano, porém sem respostas da gestão municipal. “Essa é uma prática política de desvalorização e desrespeito aos servidores e servidoras públicas, como aconteceu recentemente em Nossa Senhora do Socorro, que retirou direitos dos professores. Esses prefeitos reproduzem o comportamento do Governo do Estado, com perseguição aos servidores e que não realiza concurso público, ou realiza com vagas e convocações insuficientes. Isso enfraquece o Estado. Espero que o prefeito dialogue com a categoria e reveja esse plano construído sem a participação dos servidores”, argumentou Linda Brasil.

 

Foto: Jadilson Simões / Agência de Notícias Alese

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